Buyer persona ou cliente ideal? Entenda como os arquétipos compõem a representação do seu cliente típico. – Penso ideias

Buyer persona ou cliente ideal? Entenda como os arquétipos compõem a representação do seu cliente típico.

buyer persona ou cliente ideal? Texto Penso Ideias

A buyer persona, ou simplesmente persona, nas palavras de uma das maiores empresas de conteúdo do Brasil (Rock Content), é “a representação do seu cliente típico, com todas as suas principais características e necessidades”.

 

Há muitos anos trabalhando com planejamento, a Penso Ideias nasceu como uma agência com esse foco e entendimento de público e negócio. Sempre buscamos compreender comportamento do consumidor e traduzi-los em arquétipos, termo cunhado por Carl Jung no início do século XX.

 

Arquétipos? O que é esse palavrão?

Arquétipos são representações, signos e características que ditam a forma de pensar, sentir e agir. Esses arquétipos influenciam grupos sociais e empresas, pois são repetidos ao longo dos anos, fixando nas pessoas um significado e uma compreensão sobre uma marca ou segmentos sociais.

 

Vejamos alguns exemplos nessa imagem:

Arquetipos_pensoideias

(imagem 01) – Fonte: http://www.aartedeamadurecer.com.br/wp-content/uploads/2016/02/archetypen11.png

 

Aqui podemos analisar como o arquétipo da Harley Davidson é reforçado no seriado Sons of Anarchy, no qual foras da lei e contrabandistas de armas vivem sob o patch de um motoclube de amantes da marca.

 

SOA_pensoideias_artigoarquetipos

(imagem 02) -Fonte: http://www.cinemascomics.com/wp-content/uploads/2013/09/Foto-Sons-of-Anarchy.jpg

 

É possível verificar dezenas de outros pontos nas peças publicitárias e de merchandising reforçando esses arquétipos, como nos comerciais da Heineken (ver artigo), nas aparições de carros em filmes e nos personagens que vestem Hering.

 

Continue lendo para entender como você pode atingir seu público e vender mais!

 

Pode-se perceber então, que essa história de buyer persona é muito mais um neologismo criado pela comunicação do que uma teoria ou uma técnica. São artefatos que servem para dar um ar de novidade e, com isso, criar uma série de ferramentas de interação e engajamento com os consumidores, como o Fantástico Gerador de Personas ou o Crie sua Persona.

 

Nada contra esses dispositivos, que acredito serem bem úteis e legais para determinadas situações. Contudo, são perfumaria, é como brincar de The Sims ou construir um avatar no videogame: você dá nome, escolhe um ícone em flat design ou uma foto, cria um enredo em torno dessa peça de ficção e pronto, tem uma buyer persona.

 

Como encontrar meu cliente ideal?

O primeiro ponto é compreender para onde a interação entre marcas e pessoas está caminhando. Hoje o consumidor está mais inteligente, mais bem informado sobre todo e qualquer tema, tem na palma da sua mão o que ele necessita saber. Dentro deste contexto, os consumidores não buscam apenas empresas e produtos, mas sim satisfazer suas necessidades por meio de empresas que comunguem dos mesmos valores que elas.

 

Se eu tenho acesso a tudo, por que comprar de alguém com quem eu não me relaciono ou não acredito nos valores?

Dessa maneira, encontrar o seu cliente ideal não começa por uma história ou enredo fictício, começa por você. Tem início nos seus valores, nos valores da sua empresa e nas suas crenças. Se elas forem verdadeiras, se a sua missão de negócio for forte o suficiente, aquelas pessoas que acreditam nesses mesmos princípios virão até você.

Para achar o seu cliente, aquele que mais tem condições de se beneficiar com o seu produto/serviço e, consequentemente, ser mais lucrativo para você, é preciso, antes de mais nada, responder:

 

Qual é a razão de existir do seu negócio?

Qual o valor que ele gera para as pessoas?

 

José Henrique Westphalen

Prof. Me. Comunicação e Marketing Digital.

 

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